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Propostas do Setor Segurador Brasileiro aos presidenciáveis 2018 são apresentadas pela CNseg em coletiva de imprensa

Evento ocorreu em 3 de outubro, no Rio de Janeiro

03 de Outubro de 2018 - Publicações

title Da esquerda para a direita: o diretor Técnico da CNseg, Alexandre Leal; o presidente da CNseg, Marcio Coriolano; o presidente da FenaPrevi, Edson Franco; a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, e o diretor Executivo da FenaCap, Carlos Alberto Corrêa

A CNseg realizou na manhã desta quarta-feira, dia 3, em sua sede, no Rio de Janeiro, uma coletiva de imprensa para apresentar o trabalho "Propostas do Setor Segurador Brasileiro aos Presidenciáveis 2018".

O documento, desenvolvido pela Confederação das Seguradoras e as Federações que a compõe, tem o objetivo de destacar, por meio de propostas concretas, a significativa contribuição que o setor segurador pode dar para a superação dos desafios do novo Governo e do novo Congresso Nacional.

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O presidente da CNseg, Marcio Coriolano

De acordo com o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, “a proposta tem o objetivo de colocar os seguros no centro das políticas públicas, avançando na modernização produtiva do setor”. Ele também lembrou que as 22 propostas apresentadas já se relacionam a normativos e projetos de lei já existentes, além de já terem sido bastante discutidos em câmaras técnicas e outros fóruns.

Entre as contribuições do mercado segurador para a sociedade apontadas na publicação está sua capacidade de desonerar o orçamento do Estado pela oferta e manutenção de produtos com coberturas assistenciais complementares, como os planos de saúde privados e os planos de previdência complementar aberta, com forte potencial de amparo à agenda nacional de reformas estruturais.

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O diretor Técnico da CNseg, Alexandre Leal

Em relação aos seguros inclusivos, voltados à população de mais baixa renda, o diretor Técnico da CNseg, Alexandre Leal, representando o presidente da FenSeg, João Francisco, defendeu alguns incrementos na regulação da Susep que permitam a comercialização dos produtos relacionados nos mesmos canais utilizados pelo mercado financeiro, além de isenção de IOF e de outros tributos.

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A presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes

“O principal dilema da saúde suplementar é a escalada dos custos e a incapacidade da população de arcar com os mesmos”, afirmou a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes. Para lidar com esse problema, ela defende a regulamentação do PreviSaúde, que seria um produto de previdência de longo prazo para ajudar a arcar com os custos da saúde no momento da aposentadoria, quando a renda do indivíduo costuma ser reduzida, mas os gastos com a saúde tendendo a aumentar. E, segundo o presidente da FenaPrevi, Edson Franco, “o PreviSaúde tem forte apelo social, principalmente para uma população que envelhece, como a brasileira”.

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O presidente da FenaPrevi, Edson Franco

Edson Franco também abordou o Seguro de Vida Universal, que é uma mistura de cobertura de risco com acumulação, e já possui uma norma específica. O setor defende, porém, uma complementação da regulação infralegal para poder iniciar a comercialização do produto.

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O diretor Executivo da FenaCap, Carlos Alberto Corrêa

As propostas do setor para os presidenciáveis também contemplam o segmento de capitalização. De acordo com o diretor-Executivo da FenaCap, Carlos Alberto Corrêa, representando o presidente da Federação Nacional de Capitalização, Marcos Renato Coltri, “novos produtos de capitalização podem promover a elevação aos índices de poupança interna e ampliar os benefícios oferecidos pelos títulos de capitalização”. Entre esses produtos, o de filantropia premiada, que permitiria que a pessoa doasse os recursos acumulados no plano de capitalização para alguma entidade beneficente.

 

>> Leia a íntegra das Propostas do Setor Segurador Brasileiro aos Presidenciáveis - 2018

>> Leia o Sumário Executivo

>> Leia o release enviado à imprensa

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